
Anda-se numa vontade incessante por liberdade. Liberdade de mim mesma. Liberdade de meus sentimentos. Sentimentos que hoje, diria eu, patéticos.
Anda-se na vontade de enfiar todos os "eles" existentes nessa história em um saco e envia-los de volta ao remetente. É uma vontade quase irresistivel.
Pergunta-se agora o por que.
O por que é simples, um tanto obvio: Apenas porque um dia se cansa de viver no meio de toda essa enxurrada. Um enxurrada sufocante de sentimentos guardados, quase sempre não valorizados, ou que nem ao menos se saberam de suas existencias.
É a hora de se deixar viver, respirar, de sentir a brisa de um amanhecer sem aquelas tais correntes que te impediam de correr, pra gritar novamente, mas não de dor, mas de alivio. Sorrir, somente sorrir.
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